sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Reflexo


A forma como você trata uma pessoa ou seja lá o que for, não é para a pessoa, é para você!
O que você diz a alguém, não é para esse alguém que você diz, é para você!

Tudo pode ser dito, mas há formas e formas de dizer. Se você vai escolher o caminho mais amoroso ou o mais agressivo, este caminho não pertence ou outro, não diz respeito ao outro, diz respeito só a você.

Na verdade estamos, cada um, em caminhos solitários no qual o que geramos com nossas atitudes recai sobre nós mesmos. Tudo depende de como iremos reagir diante do mapa de mundo dos outros, diante do mundo externo e esta reação sempre falará apenas de nós mesmos.

Então, lembre-se, e eu me incluo nisso obviamente, tudo o que você faz, você não faz para o outro, você faz para você!

Por Priscila Koller
06/10/2016
Muito amor e paz!

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Altar do Espírito


Que cada um de nós 
Possa ter seu altar sagrado
Não importa como seja,
Ou onde ele esteja.
Se no coração
Ou na imaginação
Invisível,
Ou intangível...

Que nosso altar exista para nós
Que este religare mágico 
Nos envolva com suas asas
Que nos tire da frieza do mundo
Que nos toque fundo

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Mandamos ou não mandamos...


Cuidado! Mandar à merda pode ser algo muito bom. Liberta, tira pesos e muitos outros benefícios, porém quando começamos a usar isso como jargão para tudo aquilo que na verdade seria para nos levar a refletir, melhorar e crescer como seres humanos, pode significar, na verdade, uma fuga frente aos próprios impasses. É como se nosso ego encontrasse uma maneira sutil de nos desviar daquilo que iria nos trazer confronto interno e compreensão de situações.

Mandar à merda, às vezes é fundamental, mas outras é uma forma de forjar um argumento agressivo, quando já não os temos...

Mande à merda, mas use com consciência e moderação!

Por Priscila Koller
28/09/2016

Muito amor para você!

sábado, 17 de setembro de 2016

O ser consciente em expansão


O ser humano não é uma "caixa fechada" ao qual podemos rotular desta ou daquela maneira, apresentando sempre uma receita pronta de como agir com cada pessoa.

Seres em formação, como são crianças em idade escolar, precisam ser vistas com olhos atentos, entendendo sempre que existem gradações que as diferem umas das outras. Há de se ter sensibilidade para perceber que se respeitarmos as condições físicas, materiais e espirituais de cada ser, veremos claramente estas gradações e passaremos a sair deste sistema massificado, desta espécie de "mente descontínua" que nos faz ver os seres de forma formatada.

Paremos de julgar as capacidades das pessoas e de limita-las segundo nossos mapas de mundo. Jamais poderemos delimitar as distâncias que um ser pode alcançar. O homem é um ser racional e espiritual com potencialidades muito além de um raciocínio simples ou complexo. O chamado "ser humano" é, antes de mais nada, uma consciência com capacidades mais dilatadas do que possamos imaginar. E se muitas vezes rotulamos pessoas em formação como sendo incapazes de atingir esse ou aquele patamar, estamos na verdade, dando um diagnóstico de nós mesmos, enquanto educadores.
Pensemos nas crianças em idade escolar e nas diferenças que existem entre cada uma delas, em como são singulares e em como nos trazem desafios, a nós, profissionais da educação!

domingo, 11 de setembro de 2016

Na Luz do amor!


Quando estamos "prontos", sentir medo já não faz mais sentido...

Priscila Koller
11/09/2016

Muito amor para você!

Rumo à consciência plena!


"A verdadeira consciência, conhecedora das suas potencialidades, sabe que os fatores limitantes não são outras pessoas ou situações, mas sim sua própria ignorância.
A consciência plena no ser é como as águas. Sempre encontrará passagem de alguma forma para que possa fluir plena.."

Priscila Koller
11/09/2016

Muito amor para você!

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Na toca do coelho


Planeta vivo
Viva flor
Cachoeiras sagradas
Solo de amor
Matas abençoadas 
Gratidão ao nosso Senhor! 

Não somos livres,  nascemos em cativeiro
Prisioneiros de nossa própria mente
Somos como Alice
Deslizando, na toca do coelho

Por Priscila Koller

Muito amor para você!