quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Mandamos ou não mandamos...


Cuidado! Mandar à merda pode ser algo muito bom. Liberta, tira pesos e muitos outros benefícios, porém quando começamos a usar isso como jargão para tudo aquilo que na verdade seria para nos levar a refletir, melhorar e crescer como seres humanos, pode significar, na verdade, uma fuga frente aos próprios impasses. É como se nosso ego encontrasse uma maneira sutil de nos desviar daquilo que iria nos trazer confronto interno e compreensão de situações.

Mandar à merda, às vezes é fundamental, mas outras é uma forma de forjar um argumento agressivo, quando já não os temos...

Mande à merda, mas use com consciência e moderação!

Por Priscila Koller
28/09/2016

Muito amor para você!

sábado, 17 de setembro de 2016

O ser consciente em expansão


O ser humano não é uma "caixa fechada" ao qual podemos rotular desta ou daquela maneira, apresentando sempre uma receita pronta de como agir com cada pessoa.

Seres em formação, como são crianças em idade escolar, precisam ser vistas com olhos atentos, entendendo sempre que existem gradações que as diferem umas das outras. Há de se ter sensibilidade para perceber que se respeitarmos as condições físicas, materiais e espirituais de cada ser, veremos claramente estas gradações e passaremos a sair deste sistema massificado, desta espécie de "mente descontínua" que nos faz ver os seres de forma formatada.

Paremos de julgar as capacidades das pessoas e de limita-las segundo nossos mapas de mundo. Jamais poderemos delimitar as distâncias que um ser pode alcançar. O homem é um ser racional e espiritual com potencialidades muito além de um raciocínio simples ou complexo. O chamado "ser humano" é, antes de mais nada, uma consciência com capacidades mais dilatadas do que possamos imaginar. E se muitas vezes rotulamos pessoas em formação como sendo incapazes de atingir esse ou aquele patamar, estamos na verdade, dando um diagnóstico de nós mesmos, enquanto educadores.
Pensemos nas crianças em idade escolar e nas diferenças que existem entre cada uma delas, em como são singulares e em como nos trazem desafios, a nós, profissionais da educação!

domingo, 11 de setembro de 2016

Na Luz do amor!


Quando estamos "prontos", sentir medo já não faz mais sentido...

Priscila Koller
11/09/2016

Muito amor para você!

Rumo à consciência plena!


"A verdadeira consciência, conhecedora das suas potencialidades, sabe que os fatores limitantes não são outras pessoas ou situações, mas sim sua própria ignorância.
A consciência plena no ser é como as águas. Sempre encontrará passagem de alguma forma para que possa fluir plena.."

Priscila Koller
11/09/2016

Muito amor para você!

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Na toca do coelho


Planeta vivo
Viva flor
Cachoeiras sagradas
Solo de amor
Matas abençoadas 
Gratidão ao nosso Senhor! 

Não somos livres,  nascemos em cativeiro
Prisioneiros de nossa própria mente
Somos como Alice
Deslizando, na toca do coelho

Por Priscila Koller

Muito amor para você!

Fênix, o pássaro mitológico


A fênix ou fénix (em grego: φοῖνιξ;, transcrição: foinix) é um pássaro mitológico que quando morria entrava em auto-combustão e passado algum tempo renascia das próprias cinzas. Outra característica da fênix é a capacidade de transportar em vôo cargas muito pesadas, havendo lendas nas quais chega a carregar elefantes.
Teria penas brilhantes, douradas, e vermelho-arroxeadas, e seria do mesmo tamanho ou maior do que uma águia. Segundo alguns escritores gregos, a fênix vivia exatamente 500 anos. Outros acreditavam que seu ciclo de vida era de 97.200 anos. No final de cada ciclo de vida, a fênix queimava-se numa pira funerária. A fênix, após erguer-se das cinzas, levava os restos do seu pai ao altar do deus Sol na cidade egípcia de Heliópolis (Cidade do Sol). A vida longa da fênix e o seu dramático renascimento das próprias cinzas transformaram-na em símbolo da imortalidade e do renascimento espiritual. Os gregos provavelmente copiaram dos egípcios a idéia da fênix. Esses últimos adoravam benu, uma ave sagrada semelhante à cegonha. O benu, assim como a fênix, estava ligada aos rituais de adoração do Sol em Heliópolis. As duas aves representavam o Sol, que morre em chamas toda tarde e emerge a cada manhã.

Pássaro Negro


O belo também está
No lado negro da alma
Como veríeis a luz
Se o breu fosse o nada
Se tudo fosse calma!

Vá pássaro negro
Vá longe...
Espalha sua cor no horizonte
Sê livre,
Te aceita!
Vá para o cume dos montes...

Lá nas alturas
Perto dos deuses
De onde podes ver o espaço
Que te atrai ao abraço
Que se oferece negro

A ignorância



Estive pensando sobre isso e vejo a urgência máxima em diminuir esse foco de dor o mais rápido possível da minha vida. Digo diminuir, porque sempre haverá pontos em nossas vidas nos quais a ignorância se fará presente.

O mais importante é que quanto mais rápido vamos entrando em contato com as nossas sombras e quanto menos deixamos que o ego orgulhoso as esconda nos porões escuros e empoeirados de nossa alma, mais vamos nos apoderando da nossa consciência e ai sim, da nossa plenitude na vida.
Aquela nossa ignorância que insistimos em não ver, que inclusive nos traz até um certo orgulho, falseia uma realidade que se víssemos com olhos mais apurados, ficaríamos enrubecidos de vergonha... sim, vergonha pois veríamos que nossa ignorância acolhida pelo nosso ego como ponto de orgulho e satisfação representa o ridículo aos olhos daqueles que já se encontram mais conscientes no seu caminhar.

Pensemos nós, em muitos dos nossos momentos de valentia e de "poder", sendo filmados por uma câmera astral! Imaginemos esta cena... nem é preciso dizer mais nada, pois nossa inteligência já nos aponta, por si só, os vexamosos resultados...